Internação involuntária

Clínica de internação involuntária

Ela se faz necessária especialmente em casos de riscos à vida do dependente e da sociedade

A internação involuntária, normalmente, é feita através de familiares ou responsáveis diretos e a pessoa que solicita pelo internamento precisa assinar um termo de autorização. É um grande desafio não somente para o dependente, mas também para a família que tem sua harmonia atingida.

Clinicas Carpe Vita - Internação Involuntaria

A importância da internação involuntária

No Brasil, estima-se que cerca de 4,9 milhões de pessoas sejam dependentes químicas de alguma substância, e apenas 2,5% desse número procuram ajuda voluntariamente. Daí a importância da internação involuntária.

Ultimamente, muito se tem falado sobre a nova lei de internação involuntária para amenizar e controlar o abuso de substâncias químicas e os danos causados a família do dependente. Anteriormente a lei nº 11.343 de 23 de agosto de 2006 apresentava como opção inicial apenas a internação voluntária em comunidades terapêuticas, ou seja: “aquela que se dá com o consentimento do dependente de drogas.” Porém, a nova lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019 permite a internação involuntária, ou seja, aquela que se dá sem o consentimento prévio do dependente.
Essa, no entanto, somente deve ser realizada em unidades de saúde ou hospitais com equipes multidisciplinares obrigatoriamente autorizadas por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina – CRM do Estado onde se localize o estabelecimento onde a internação será feita.

Sendo assim, não existe necessidade de autorização judicial, mas deve ser realizada após a formalização da decisão por médico responsável. 

O benefício da intervenção

A nova lei proporcionou a internação sem tantas burocracias, o que tornou mais ágil o socorro à pessoas dependentes com riscos a sua própria vida e de outras pessoas e que geralmente não têm condições de reconhecer a gravidade do problema que enfrentam.
SOLUÇÕES
Diante das consequências que a falta de tratamento e internação proporcionam, surge a necessidade de soluções eficazes para esse problema.

Mesmo que o processo de solicitar a internação seja doloroso, principalmente pelo fato de o dependente se revoltar e não querer o tratamento, é preciso pensar no benefício que a intervenção trará para ele e sua família.

Além disso, é necessário considerar que o dependente não tem noção de como o uso de drogas afeta sua vida. Contudo, depois do tratamento intensivo, quando estiver em sã consciência, sem dúvidas será muito grato pela mudança para melhor que a intervenção fará em sua vida.

Por isso, a solução mais eficaz para um dependente é passar pela avaliação de um médico especializado e capacitado para decidir pelo tipo de tratamento ou até mesmo pela internação involuntária.

Vale destacar que a internação involuntária tirará o usuário do ambiente de risco em que se encontra e do convívio com pessoas que podem influenciá-lo ao uso de drogas.

Ademais, se este for o caso, a internação involuntária certamente ajudará a equilibrar a vida de pessoas em crise a voltar a serem quem eram antes de se tornarem dependentes.

O principal a ser feito é reconhecer quando um familiar dependente precisa de ajuda e auxiliá-lo com tomada de decisão necessária para prevenir que o indivíduo se destrua por completo na dependência e tenha sua vida comprometida por conta dela.

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